segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Quando as areias nos trazem Mouros e outros desafios...


O fim-de-semana 16 / 17 Janeiro foi dedicado a estreias: no Sábado o Jorge visitou, pela primeira vez, o Castelo dos Mouros em Sintra e no Domingo foi a minha vez, estreia absoluta nos 50km na vertente BTT. 

Teoria do Nós - Castelo dos Mouros, Sintra
Surpreendentemente, com tantos anos a trabalhar em Lisboa, o meu rapaz ainda não conhecia um dos locais mais bonitos de Portugal... e mais além - Castelo dos Mouros, Sintra. Mas com esta filosofia do Teoria do Nós - onde um vai, vai o outro - também eu aproveitei bem o passeio por caminhos empedrados e estreitos, ladeados de uma densa vegetação que serpenteia até ao topo de Sintra onde a vista é de “tirar o ar”. Claro que um passeio por Sintra não dispensa uma “prova” dos travesseiros da Piriquita... que boommm!! Energia para a prova que nos aguardava no dia seguinte (agora que penso nisso, devíamos ter redobrado a dose, um por pessoa foi pouco J).

No Domingo e numa vertente mais desportista, sem saber muito bem no que me estava a meter, lancei-me aos 50km de BTT – IV Maratona Lagoa do Calvo. O dia começou muito cedo e com muito frio - no caminho apanhámos 2ºC (é muita falta de calor...). Lá nos preparámos para a partida: Eu “enchouriçada” em roupa, a tapar, com várias camadas, todos os bocadinhos de pele que pudessem estar em contacto direto com o ar;  O Jorge, tal qual um homem da montanha, de calçonito, a mostrar o pernão, como se estivéssemos na Primavera. As pernas até são bem bonitas de se verem mas arrepiava só de olhar. E foi assim que NÓS arrancámos. Um percurso com muito estradão e baixa altimetria, fácil... diziam os prós. Pois para mim, pela falta de treino e experiência em BTT ou, simplesmente, falta de pernas, os 50km foram puxados. Areia, muita areia para a minha camioneta e um piso que parecia agarrar os pneus... até a direito era preciso pôr força nos pedais para conseguir avançar.

Teoria do Nos - BTT
O que foi igual nesta prova às outras de BTT em que participei: Caí várias vezes sem consequências de maior, o Jorge foi a marcar passo para não me deixar sozinha (uma paciência de louvar, especialmente de quem anda há muito nisto e anda muito, mas muito bem), resmunguei durante a prova e não fui ao pódio ;-) Diferente foi ter tido a bicicleta-vassoura atrás de NÓS durante uma pequena parte do percurso... e não foi fácil livrarmo-nos dele, mas conseguimos. Não acabámos depressa mas acabámos bem, juntos e prontos para outra (mas mais curta... J). 



E, com coragem e determinação (agora o meu momento de vaidade): Já fiz uma maratona BTT!!! 

Terminámos o dia a almoçar na companhia de campeões: Marco Chagas e a sua equipa, o meu irmão e a minha cunhada (também amantes e prós desta modalidade).

Foi um fim de semana de experiências novas, momentos que enchem e completam a NOSsa vida.

-Ana-


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