quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Desafio do Teoria: Diz-NOS como é contigo

Teoria no Nós

Debatemos muitas vezes entre NÓS o crescente número de pares que se encontra a correr, nas provas e em treinos. Tanto eu como o Jorge, antes do Teoria do Nós, corríamos sozinhos, esporadicamente integrados num grupo mas, de uma forma geral, sem companhia. E talvez por isso estejamos mais atento a essa “nova” forma de trail (que é onde NÓS “andamos”). Também é certo que o trail é uma atividade que potencia a corrida a dois.

Como estamos em época de balanços e planos, decidimos perguntar àqueles que correm aos pares, namorados ou amigos, em treinos ou em provas, em estrada ou em trilhos, curtas ou longas distâncias:

Porquê correr com alguém a nosso lado? Como isso influencia a vossa vida? Como foi 2015 e quais os planos a “dois” para o ano 2016?

Diz-nos, escreve aqui nos comentários ou envia-nos por e-mail teoriadonos@gmail.com, deixa fluir a escrita que há em ti. Estamos muito curiosos por conhecer os teus porquês, motivações, o bom e o mau (sim, também estamos preparados para más experiências). Vamos esperar até ao dia dos Reis, 6 de Janeiro, pelas vossas, que adoraríamos ser muitas, respostas.

Do NOSso lado fica a compilação dos textos, algumas curiosidades que nos tenham sido reveladas e, claro está, o nosso testemunho... tudo para ser publicado em http://teoriadonos.blogspot.pt

Nota:  Os textos que nos são enviados por e e-mail ficam anónimos caso não seja dito expressamente que podem ser citados.

E é com este desafio que o Teoria do Nós se despede deste ano, não haverá São Silvestres, mas estão previstas algumas aventuras de inicio de ano que, como tem sido hábito, vamos partilhar... em 2016 J
Desejamos-vos uma excelente entrada em 2016 e que ao longo do ano vejam concretizados os vossos desejos de amor, aventuras, corridas e tudo o resto.

Feliz 2016!!


- Ana & Jorge -

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Correr na NOSsa casa


Fim-de-semana em casa, Ericeira! 

Ericeira Trail Run, uma prova à porta de casa, numa paisagem já nossa conhecida, à qual não poderíamos faltar.

Marca também o fecho de ciclo alucinante de atividades desportivas e de ar livre e a preparação para os novos desafios de 2016.

Sim, já se pensa em 2016, mais precisamente, na participação e estreia (absoluta) nos 50 km do Trilhos dos Abutres, já em Janeiro, aqui da minha mais que tudo: Ana (vai ser lindo, vai!)

Teoria do Nós - Equipamento novo
Aproveitando a nossa participação nesta prova na Ericeira, nada melhor para apresentação aos amigos e familiares, do NOSso equipamento oficial TEORIADONOS (parecemos uns prós!). 

E, não se esqueçam, desta NOSsa imagem de marca que, claro está, tem um significado enorme… do tamanho de mundo e mais além :-).

Assim, com muito frio logo pela manhã, em jeito de carneirada, partimos para aquilo que julgávamos ser uma prova de 21 km com uma paisagem do outro mundo, como pano de fundo. Mas não foi bem assim, foram só 18 km e uns metros e muito, mas muito alcatrão. Foram pouco explorados trilhos ao longo das arribas, junto à costa e as praias. Prova de dificuldade técnica baixa, com algumas subidas a merecer registo mas pouco exigente. Ficamos com a sensação de que a prova foi idealizada para garantir mais ‘’uns trocos’’ (não poucos pois é uma prova cara) à organização, para suportar a prova rainha dos 55 km. Merecíamos mais e melhor, até porque a Ericeira tem muito para oferecer. Fica o reparo.

Em relação à prestação dos atletas da Teoria do Nós, o sector masculino apresentava-se em grande forma, com capacidade de arranque em subida com grande leveza na passada, com direito a alguns saltos “acrobáticos” pelo caminho. Em termos cardiovasculares também se apresentou mais que bem. Prova disso foi estar em carga, numa subida, e a “mandar vir” para que “ela” fosse mais depressa. :-) 

Teoria do Nós - Ericeira Trail
Já no sector feminino, foram sentidas algumas dificuldades em manter o ritmo nas subidas, mesmo quando estas não apresentavam grande dificuldade (mesmo com o incentivo “dele”). Também surgiu com uma nova “funcionalidade”: Nas transição entre subidas e descidas, procedeu a uma “mudança de músculos”, tal qual uma Robot-Cop :-D. Já vos deve ter acontecido, quando estamos com pouco treino, poucos kms nas pernas, e puxamos um pouco mais numa prova, começamos a sentir todos os músculos que são postos a trabalhar. E foi isso que aconteceu, parecia que os músculos das pernas estavam a ser substituídos quando as solicitações mudavam entre subida e descida.

Depois de 2h11’, de muito ‘’tráfego’’ e ‘’engarrafamentos’’, chegámos à meta juntos, como não podia deixar de ser, felizes por isso mesmo, juntos…

Serviu de treino, para começar a alinhar as agulhas para o que nos espera.

Agora é tempo pensar em ‘’natalês’’, família, amigos e NÓS. Soltámos as crianças que há em NÓS e já endereçámos a carta ao Pai Natal (tivemos que acondicionar os pedidos numa caixa de grandes dimensões :-)).
E por este ano é tudo, meus amigos, vamos de férias merecidas. 

-Ana & Jorge-



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O NÓSso fim-de-semana alucinante










É assim que inicio a crónica de um fim-de-semana verdadeiramente louco, senão vejamos.

NÓS... de mota de água.

Depois das aventuras no norte deste belo país, com muita água brava, NÓS fomos de viagem para a bela cidade da Figueira da Foz – Rainha das Praias Portuguesas (“Isto está longe de estar provado” Ass. Ana) com dois objectivos bem definidos:
- o baptismo de ‘’água’’ a motor da Ana e 
- o jantar de natal de uma grande equipa…. de amigos FKC (www.figueirakayakclube.com).

E assim foi...



1º Dia
...Foi tanta água que a Ana apanhou, que mais parecia um batráquio (“Obrigadinho!” Ass. Ana). Estreia absoluta, nacional e internacional, em cima de uma mota d’água... a velocidades proibitivas. 

Depois!?!? Depois começou a festa! 

Coloquei a Ana, muito cuidadosamente na ‘’borracha’’ atrelada à mota, com capacete como mandam as boas regras de segurança e, com as forças todas direccionadas para aquele pedaço de bóia, foi dar gás. Foi assim que começou aquela que ia ser a maior comédia já vista (“Também não exageres , né?!?!” Ass. Ana). A Ana, ou melhor, a cabeça da Ana, parecia um Teletubbies – lembram-se?!?! - de tanto abanar. Nunca me ri tanto. Ela saltava, pulava, voava, tal e qual um batráquio, um sapo (“Já falaste melhor...” Ass. Ana). 

Mas desenganem-se, não foi ao charco, aguentou-se firme que nem uma rocha, qual ondulação qual quê?! Grande mulher esta, como não podia deixar de ser. Parabéns pelo feito! Poucos conseguiram aguentar-se a cerca de 60 km/hora numa boia a deslizar pelo líquido. (“... claro, e com esta, derreti-me! Estás perdoado :-)”. Ass. Ana)
  
NÓS... e a malta.
Fim da tareia, um almoço entre amigos, a derreter uma bela francesinha, seguido de uma preparação cuidada para o que vinha a seguir… o Jantar de Natal FKC

Entre muito amigos e muita gargalhada, regado com um vinho milagroso, avançamos a bom ritmo pela noite dentro. Um tema que merece ser referido: o calçonito do Eurico (amigo nosso). Gostavam de saber mais? Também Nós! Aguardamos cenas dos próximos episódios (ahahah). Depois de muita psicologia de grupo, terminámos a noite ao som dos anos ’80. Eu e a Ana, mostramos o que é a arte de bailar ao som dos eighties. Coisa linda de se ver!! Liquidámos a concorrência já a noite ia longa e ainda houve tempo para ouvir: ‘’Get a room…’’ (não sei o que queriam dizer) 

2º Dia 
Domingo chuvoso, tempo agreste, a recuperar do Sábado... era o que devia ter sido. Mas NÓS não nos deixamos vencer e avançámos, sem medos, com as nossas princesas de duas rodas grossas para um mix de alcatrão e btt. Foram 35 km de pura adrenalina (o quanto restava da noite anterior!), com direito a "coelho à caçador’’ a meio. Ainda deu para uma ronda para despedirmo-nos dos amigos antes de começarmos a preparar-nos para a semana de trabalho. 

E assim foi, só conseguimos parar na capital. 

‘’A vida é bela, só precisa de ser vivida!’’ 

-Jorge-

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

E quando um de Nós faz anos?!

Cabe a mim esta breve sobre o que foi a preparação de uma escapadinha com contornos muito especiais: o aniversário da minha mais que tudo - ANA.



A preparação de toda a logística revelou-se, por esta razão, de uma grande responsabilidade para mim, senão vejamos:


- Percorrer cerca de 500 km (one way) para ‘’operacionalizar’’ uma prenda de aniversário… até Melgaço! 


- Movimentar cerca de 15 amigos do outro lado de Portugal - pessoal do norte, é claro! - para esta loucura (http://www.curteavida.org)


 - Colocar em movimento várias embarcações, tendas e afins, no Rio Minho.




E perguntam me vocês: - Porquê tanto e tão longe??? 



A minha resposta só poderia ser: - Para a melhor pessoa do mundo, só mesmo o mundo no seu melhor! E claro, é porque somos assim…


Façam como NÓS, vivam e amem muito!

Brevemente, no blog perto de ti, a crónica desta escapadinha tão especial...

http://teoriadonos.blogspot.pt 



-Jorge-

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Volta à estrada


Este fim de semana foi mais uma “retoma”, fomos para a estrada… com as nossas meninas mais magras. Já estava com saudades. Foi uma volta descontraída até porque a cada pequena subida parecia que estava no grande prémio da montanha. Muito bom dia para andar: sol, quase sem vento e frio (mas não gelo). A volta foi a mais comum da malta de Lisboa: Alcântara – Cabo da Roca via Guincho – Alcântara, com um paragem para recuperar energia e calorias na Malveira da Serra. 

Teoria do Nós - in Cabo da Roca
Andar na estrada exige esforço ao corpo e muita atenção ao trânsito, mas permite também nos perdermos a pensar em coisas “menos” importantes (estas fugas de pensamento são verdadeiros spas para a alma J). Desta vez, entre outras ideias que me foram surgindo, foi o facto de, aliado ao treino e à preparação física que estas voltas dão, atletas amadores como Nós, ou seja, pessoas que adoram praticar desporto, podem “usar” a desculpa do treino para aproveitar e passear. Não apenas passear, mas um treino passeado, com direito a farnel e tudo... fica a ideia para outros fins-de-semana do Nós.

Bem vistas as coisas, embora tenhamos demorado um pouco mais que o (antes) habitual, fizemos uma volta com mais de 80km e com ritmos rolantes, por vezes, acima dos 30km/h. Para quem esteve retirado da estrada fazia algum tempo, não foi nada mau, soube muito bem e a recuperação foi tranquila (sem andares novos). 

Excelente fim de semana para Nós!

-Ana-

Trilhos de Almourol 2018

Trilhos de Almourol, 15/Abril/2018 Desta feita eramos uma “equipa” de 4 amigos. Esta não foi uma estreia nos trilhos de Almourol, foi a ...