segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Correr na NOSsa casa


Fim-de-semana em casa, Ericeira! 

Ericeira Trail Run, uma prova à porta de casa, numa paisagem já nossa conhecida, à qual não poderíamos faltar.

Marca também o fecho de ciclo alucinante de atividades desportivas e de ar livre e a preparação para os novos desafios de 2016.

Sim, já se pensa em 2016, mais precisamente, na participação e estreia (absoluta) nos 50 km do Trilhos dos Abutres, já em Janeiro, aqui da minha mais que tudo: Ana (vai ser lindo, vai!)

Teoria do Nós - Equipamento novo
Aproveitando a nossa participação nesta prova na Ericeira, nada melhor para apresentação aos amigos e familiares, do NOSso equipamento oficial TEORIADONOS (parecemos uns prós!). 

E, não se esqueçam, desta NOSsa imagem de marca que, claro está, tem um significado enorme… do tamanho de mundo e mais além :-).

Assim, com muito frio logo pela manhã, em jeito de carneirada, partimos para aquilo que julgávamos ser uma prova de 21 km com uma paisagem do outro mundo, como pano de fundo. Mas não foi bem assim, foram só 18 km e uns metros e muito, mas muito alcatrão. Foram pouco explorados trilhos ao longo das arribas, junto à costa e as praias. Prova de dificuldade técnica baixa, com algumas subidas a merecer registo mas pouco exigente. Ficamos com a sensação de que a prova foi idealizada para garantir mais ‘’uns trocos’’ (não poucos pois é uma prova cara) à organização, para suportar a prova rainha dos 55 km. Merecíamos mais e melhor, até porque a Ericeira tem muito para oferecer. Fica o reparo.

Em relação à prestação dos atletas da Teoria do Nós, o sector masculino apresentava-se em grande forma, com capacidade de arranque em subida com grande leveza na passada, com direito a alguns saltos “acrobáticos” pelo caminho. Em termos cardiovasculares também se apresentou mais que bem. Prova disso foi estar em carga, numa subida, e a “mandar vir” para que “ela” fosse mais depressa. :-) 

Teoria do Nós - Ericeira Trail
Já no sector feminino, foram sentidas algumas dificuldades em manter o ritmo nas subidas, mesmo quando estas não apresentavam grande dificuldade (mesmo com o incentivo “dele”). Também surgiu com uma nova “funcionalidade”: Nas transição entre subidas e descidas, procedeu a uma “mudança de músculos”, tal qual uma Robot-Cop :-D. Já vos deve ter acontecido, quando estamos com pouco treino, poucos kms nas pernas, e puxamos um pouco mais numa prova, começamos a sentir todos os músculos que são postos a trabalhar. E foi isso que aconteceu, parecia que os músculos das pernas estavam a ser substituídos quando as solicitações mudavam entre subida e descida.

Depois de 2h11’, de muito ‘’tráfego’’ e ‘’engarrafamentos’’, chegámos à meta juntos, como não podia deixar de ser, felizes por isso mesmo, juntos…

Serviu de treino, para começar a alinhar as agulhas para o que nos espera.

Agora é tempo pensar em ‘’natalês’’, família, amigos e NÓS. Soltámos as crianças que há em NÓS e já endereçámos a carta ao Pai Natal (tivemos que acondicionar os pedidos numa caixa de grandes dimensões :-)).
E por este ano é tudo, meus amigos, vamos de férias merecidas. 

-Ana & Jorge-



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