Sou Finnisher do Ironman 70.3!
É difícil descrever a sensação que foi o antes, o durante e o após. Já passaram 5 dias e ainda estou a desfrutar todas as sensações de concluir este desafio. Para alguns, muitos na minha equipa e alguns amigos, isto do 70.3 (1,9 km swim, 90,1 km Bike, 21,1 km Run) é um desafio moderado, estão nos Ironmans (um maluco “bom” até está, neste momento, no EPIC5), somam participações, comparam tempos (e equipamentos :-)) e “diabo a sete”. Mas para mim, este era o desafio, para mim este foi o meu Ironman. Não sabia o que me esperava. Estava com medo de não conseguir concluir. Tinha feito um triatlo olímpico que, por diversas razões, não correu muito bem e a corrida foi difícil.

Com os treinos à medida da minha disponibilidade e vontade, de acordo com o que eu conseguia e achava ser preciso e, sempre que dava, em conjunto com o MMQT, não estava certa de estar preparada (especialmente quando comparava com outros que sabia estarem a preparar também a sua participação, até com os da “casa”). Estava com medo e, por isso, não criei muitas expectativas. Pensei nos tempos de cut-off, de como iria gerir uma meia-maratona na estrada (eu sou “mais trail”) depois da natação e bicicleta, na gestão da alimentação (algo com que sou muito descuidada, até nos treinos) e que queria concluir.

E foi tudo muito melhor do que tinha previsto:
Chego à recta da meta, termino invadida de uma alegria única.
E quem ali estava para celebrar comigo este momento único, o MMQT. Quem melhor podia entender a alegria que eu estava a viver?! Foi o MMQT que lançou o desafio há um ano atrás, foi quem acompanhou-me nos ais e uis, foi meu confidente dos receios e limitações, o meu “lebre”, a minha “roda”, o mais perto possível de um treinador e, acima de tudo, é o meu companheiro em todas estas NOSsas aventuras e desafios.
Já me tinham dito mas para entender o alcance das palavras, só mesmo lá estando. O apoio dos amigos, os “força”, os “vai”, os “estás a ir bem”, dos desconhecidos e desconhecidas, os aplausos, os “está quase” (mesmo aqueles no princípio da prova), “é uma senhora, força, valente “, dos atletas em prova, “vamos Ana”,... tudo isto faz a diferença e realmente ajuda. Obrigada a todos, em particular aos amigos e à equipa maravilha do COL.

Sou Finnisher do Ironman 70.3!
-Ana-
É difícil descrever a sensação que foi o antes, o durante e o após. Já passaram 5 dias e ainda estou a desfrutar todas as sensações de concluir este desafio. Para alguns, muitos na minha equipa e alguns amigos, isto do 70.3 (1,9 km swim, 90,1 km Bike, 21,1 km Run) é um desafio moderado, estão nos Ironmans (um maluco “bom” até está, neste momento, no EPIC5), somam participações, comparam tempos (e equipamentos :-)) e “diabo a sete”. Mas para mim, este era o desafio, para mim este foi o meu Ironman. Não sabia o que me esperava. Estava com medo de não conseguir concluir. Tinha feito um triatlo olímpico que, por diversas razões, não correu muito bem e a corrida foi difícil.

Com os treinos à medida da minha disponibilidade e vontade, de acordo com o que eu conseguia e achava ser preciso e, sempre que dava, em conjunto com o MMQT, não estava certa de estar preparada (especialmente quando comparava com outros que sabia estarem a preparar também a sua participação, até com os da “casa”). Estava com medo e, por isso, não criei muitas expectativas. Pensei nos tempos de cut-off, de como iria gerir uma meia-maratona na estrada (eu sou “mais trail”) depois da natação e bicicleta, na gestão da alimentação (algo com que sou muito descuidada, até nos treinos) e que queria concluir.

E foi tudo muito melhor do que tinha previsto:
- Com as horas a que tivemos de acordar (esta parte não foi boa), a ansiedade antes da partida foi aligeirada;
- Na natação uns pirolitos mas sem “espinhas”;
- A bicicleta sem puxar, pois precisava das pernas para correr, mas com uma fluidez, deu-me imenso gozo. Adorei tudo na bicicleta, o percurso com um pouco de tudo, o tempo, nem frio nem calor, a resposta das minhas pernas... pedalei com prazer.
- E, quando chego à corrida, ainda tenho pernas. “Olha, as pernas estão a responder”. Muitos andavam, “estão na segunda volta” pensei, “é melhor gerir esta disponibilidade para não ter de andar também” interiorizei, “estou na segunda volta e as pernas continuam a responder, sempre a correr” confirmei. “Vou terminar o Ironman” comecei a celebrar.
Chego à recta da meta, termino invadida de uma alegria única.
C’um caneco, SOU UMA IRON(WO)MAN.
E quem ali estava para celebrar comigo este momento único, o MMQT. Quem melhor podia entender a alegria que eu estava a viver?! Foi o MMQT que lançou o desafio há um ano atrás, foi quem acompanhou-me nos ais e uis, foi meu confidente dos receios e limitações, o meu “lebre”, a minha “roda”, o mais perto possível de um treinador e, acima de tudo, é o meu companheiro em todas estas NOSsas aventuras e desafios.Já me tinham dito mas para entender o alcance das palavras, só mesmo lá estando. O apoio dos amigos, os “força”, os “vai”, os “estás a ir bem”, dos desconhecidos e desconhecidas, os aplausos, os “está quase” (mesmo aqueles no princípio da prova), “é uma senhora, força, valente “, dos atletas em prova, “vamos Ana”,... tudo isto faz a diferença e realmente ajuda. Obrigada a todos, em particular aos amigos e à equipa maravilha do COL.

Sou Finnisher do Ironman 70.3!
-Ana-


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